sexta-feira, 24 de abril de 2015

Desabafo do dia

 Eu estava preparada para escrever sobre algo mais “polêmico” hoje, mas acabei decidindo que eu irei escrever sobre o de sempre mesmo. É mais seguro e eu preciso desabafar, portanto, perdoe-me por isso. Prometo que o próximo texto será sobre um assunto melhor que meus sentimentos.
  Como vocês já sabem, ultimamente eu estou passando por uma fase não muito legal com meus sentimentos. Aliás, eu nunca estou em uma fase legal com meus sentimentos. Mas meu relacionamento com essa pessoa foi diferente dos outros. Não que eu nunca tenha me apaixonado em minha vida, e vocês sabem bem que eu me apaixono tão rápido quanto os jogadores alemães marcaram os sete gols contra o Brasil na copa do ano passado, mas as situações com essa pessoa foram novas para mim.
   Há um tempo venho passando por uma montanha russa que, de tanto que subiu, desabou totalmente. Agora estou tentando lidar com o que estou passando da maneira mais madura o possível. Mesmo sabendo que ficar triste e sentir como se minha alma tivesse saído de meu corpo ao ver essa pessoa em qualquer lugar dessa Terra, não seja a maneira mais madura do mundo para se lidar com isso.
    Eu queria estar me sentindo como aquele meu texto onde eu dizia que não ligava para nada. Mas eu ligo. E muito.
     Dói ver uma pessoa que um dia foi muito importante para você passar reto. Dói ter algo feliz que você gostaria de compartilhar com ela, mas não pode mais pelo simples fato de ela não estar lá para você.
     Eu poderia dizer que eu já sabia que isso ia acontecer já que sabia mesmo. Mas eu preferi não acreditar que ia acontecer de novo. Prefiro crer que vai ser tudo como foi da última vez, mas é melhor que não seja.
     Conversei com algumas pessoas sobre isso e uma me indicou uma música que, segundo ela, definia esse nosso “relacionamento”. A música é Let her go – Passenger e realmente define.
     A música diz que só sabemos quando amamos depois que deixamos a pessoa ir. E ele me deixou ir. Mesmo que contra a minha vontade.
     Não sei se ele vai perceber que eu não estou mais lá, ou se já percebeu. Também não sei se ele me ama. Só sei que eu percebi que ele não está mais aqui. E eu, infelizmente, sinto muito a falta dele.



  

    

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